A jornalista que não fui...

 “Quando criança decidi ser jornalista porque acreditava que se falasse para as pessoas o que acontecia de triste no mundo, elas tentariam mudar o mundo. Segui outro rumo, mas sigo acreditando que boas jornalistas conseguem fazer com que as estruturas tremam. Por isso, lembramos hoje dos ataques de Bolsonaro aos e às jornalistas e a ameaça que ele representa à democracia e a liberdade de imprensa.”

(Manuela Davila)

Eu tal qual a Manuela, quis ser jornalista e entendia como uma forma importante e ativa de mostrar a verdade, queria fazer documentários, como os tantos que me inspiraram vida a fora, as oportunidades nessa área nao aconteceram efetivamente , a vida foi me empurrando pra publicidade e fui ficando, e sempre me pergunto se não deveria ter insistido mais...mas se serve de consolo, e as vezes me serve, a publicidade sempre foi a garantia da minha independência financeira, mas nunca minha religião... não caio nas artimanhas, não repito as muitas sujeiras que vejo por aí, não penso nem trato gente como casca, gosto imensamente de todas as possibilidades de encontros e trocas que a publicidade me deu 🙏quem sabe os documentários sejam meu futuro? 😊

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