terça-feira, 2 de setembro de 2008

PERDOR...

Chamei de perdor
esse vazio
habitado de pena
a carga de perda
e de dor, dos finais

uma necessidade extrema
de se auto-piedar-perdoar
o luto do que se sonhou
sem conseguir realizar...

ou talvez perdor seja mais
seja esse não sei quê
que sobra murcho
onde deveria vingar
a esperança...

a dor do sem sentido
por que sem sentido
a gente é quase nada

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